sexta-feira, 30 de Maio de 2008

Vila Nova de Cerveira

Depois das viagens virtuais a algumas das mais belas localizações do nosso País, como Arcos de Valdevez, Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Valença faltava-nos Vila Nova de Cerveira.
Vila Nova de Cerveira (conhecida frequentemente apenas por Cerveira) é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte e subregião do Minho-Lima, com cerca de 1 300 habitantes.
É sede de um município com 108,46 km² de área e 8 852 habitantes (2001), subdividido em 15 freguesias.
Vila Nova de Cerveira, é terra das Bienais de Arte!
Vila Nova de Cerveira voltada para o turismo com a Pousada de D. Dinis, o ferry-boat que liga a Goyan (Espanha), o Monte de Nossa Senhora da Encarnação e o Convento de S. Paio, dos Milagres, cenóbio de frades, hoje, centro de artistas e casa de eleição do escultor José Rodrigues.
Era uma vez … um cervo (veado), que os Deuses do Olimpo quiseram que fosse Rei. Escolheu estas terras outrora desabitadas do "bicho" homem e aqui prantou sua colónia de cervos de tal modo que nas redondezas toda a gente passou a chamar a estes lugares "terras de cervaria".
Muitos anos correram. Lutas e refregas, calamidades que foram dizimando a colónia, até que ficou só o Rei Cervo.
Diz a lenda que na Reconquista quando os Senhores de pendão e caldeira desceram dos cerros asturianos à conquista do que seria mais tarde o "Condado Portucalense", um jovem fidalgo desafiou o Rei Cervo para uma luta frente e frente.
E o velho senhor aceitou. A luta seria travada entre arvoredos e ervas daninhas e num local onde existiam pequenas valas no lugar de Valinha (Cornes ?).
E sem apelo nem agravo conta-nos a "estória", o Rei Cervo venceu !
Ficou com o pendão do fidalgo e, a partir daí, seu brasão de armas foi a bandeira conquistada.
Mas os Deuses enganaram o velho Rei. Ele não seria imortal …
Cansado da vida, doente, na solidão das fragas, o velho Senhor morreu. E com ele desapareceu para sempre a "Terra da Cervaria" (…).
Ainda hoje e para que a "estória" se não perdesse, as "armas" de Vila Nova de Cerveira têm um cervo em campo verde, passante de ouro, armado de prata, contendo entre as hastes um escudete de azul carregado de cinco besantes de prata. E, também, no cimo dos montes deste Município mandou construir "in memoriam" o Rei Cervo, que numa notável escultura em ferro, de José Rodrigues, atesta a longevidade das "Terras de Cervaria".
Deixamos já o velho convento franciscano de S. Paio, fundado em 1392 por Frei Gonçalo Marinho.
E por uma estrada florestal vamos até Covas, parando junto à Igreja Matriz.
Próximo, temos a Casa de Carboal do último quartel do século XVII, propriedade vinculada e instituída em morgado no ano de 1691, por Manuel Pereira Bacelar, um dos Governadores da Praça de Vila Nova de Cerveira.
Já a descer e com rumo à vila, dirigimo-nos, primeiro a Sopo de Cima, depois a Sopo de Baixo. Próximo da igreja, o Cruzeiro da Senhora da Piedade, trabalho do canteiro de Sopo, Manuel Igreja (séc. XVIII). E passamos por France onde Pedro Homem de Mello encontrou a dança mais difícil de todas as danças de Portugal: a "francesa", uma "gota" que o Nelson de Covas lhe ensinou e que regista dizendo que bailavam-na dois grandes dançadores: o Leandro e o Patego e duas dançadeiras, uma delas a Artemisa … O tocador dava pelo nome de Benigno.
A "gota", que apelidou de Gondarém, três figuras base a tornam única dentro das "gotas" do Alto Minho: o "meio passo", o "revirado" e "cada qual leva a sua". Dança coreográfica por excelência, com um ritmo que é o próprio balanço dos corpos, com um "estribilho" e "marcas" de extraordinária beleza, na "francesa" os braços, é o ar que os sustem: os pés, esses passam leves sobre o solo, que nem lhes foge, nem os retém.
Para trás, ficam-nos os Montes de Goios, o Calvário, Gondarém.
Depois Loivo, outrora convento de monjas beneditinas - Santa Marinha - já com uma marcada vocação turística, mesmo às portas de Vila Nova de Cerveira.
Ao fundo, na Ribeira, as ilhas dos Amores e da Boega, a Murraceira. Seguimos agora pelo Solar dos Castros até à Pousada de D. Dinis, à praça central. Vila Nova de Cerveira - airosa, fresca e renovada. Entramos na secular Matriz, e curvamo-nos perante um colossal São Cristóvão !

Aquamuseu do Rio Minho

O Aquamuseu do Rio Minho fica localizado em Vila Nova de Cerveira, Portugal.
No aquamuseu está recriado todo o percurso do rio Minho, das suas espécies (estão representadas 40 vivas), das tradições e actividades que lhe estão associadas.
O conjunto de aquários, que variam entre os 1200 e os seis mil litros, estão ordenados de forma a permitirem uma viagem ao longo de todo o rio, começando pela nascente, em Lugo, (Espanha) e terminando na foz, em Caminha.
Foi inaugurado em 13 de Julho de 2005.




Fontes: Wikipedia & Região de Turismo do Alto Minho

terça-feira, 27 de Maio de 2008

10 de Junho | Dia de Portugal


No dia 10 de Junho, novamente, o PNR vai celebrar o Dia de Portugal, com uma manifestação em Lisboa.

16.00 horas Concentração no Largo de Camões.
16.30 horas Desfile até à Praça dos Restauradores.
17.30 horas Discursos (na Praça dos Restauradores).

Nesse dia, é um dever patriótico abdicar da praia ou de outro legítimo e normal programa familiar ou social para estar na rua a celebrar a nossa Nação.

O PNR pede a mobilização de todos!

Ponte da Barca

Ponte da Barca é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte e subregião do Minho-Lima, com cerca de 2 300 habitantes.
É sede de um município com 184,76 km² de área e 13 026 habitantes (2001), subdividido em 25 freguesias.
Ponte da Barca, em pleno coração do Alto Minho deve o seu topónimo à "barca" que fazia a ligação entre as duas margens, e é a "ponte" construída em meados do séc. XV que lhe vai dar o nome de S. João de Ponte da Barca (1450).
O topónimo Ponte da Barca aparece pela primeira vez nas "inquirições" de 1220, sendo antes conhecida pelo nome de Terra da Nóbrega (ou Anóbrega). Mas já em 1050 se mencionaria um ponto de passagem da "Barca" no cruzamento da via dos peregrinos que, de Braga, demandavam a Santiago ou que, da Ribeira Lima, se dirigiam a Orense, por Lindoso. É vila sede de concelho, com cerca de 1500 habitantes, cujo foral, concedido por D.Manuel, remonta a 1513.
Terra rica, fidalga, de feição arejada, as Terras da Nobrega viram poetas da paisagem, das fontes e da saudade limianas. Mas Ponte da Barca, também, vila morena, de granito talhada, cheia de construções apalaçadas com capelas e muros fronteiros, ameados e brasonados do séc. XVI e XVII, os Paços do Concelho, o pelourinho, o abrigo porticado, a Matriz dedicada a S. João Baptista e com risco de Vilalobos. E ao lado de todo este espólio histórico/monumental, em plena harmonia de linhas e cérceas, uma vila nova a cheirar a progresso, uma Ponte da Barca atractiva e moderna.
Ponte da Barca turística, com as suas pesqueiras do Rio Lima (pesca da lampreia), seus coutos de caça, desportos nauticos, praia fluvial, um bom equipamento de restauração e de animação hoteleira, artesanato, folclore, uma gastronomia de requinte, e aquele vinho branco extra reserva da Adega Cooperativa, acompanhado sempre por um saber receber como ninguem, fazem de Ponte da Barca uma terra de eleição.

O Castelo de Lindoso localiza-se na povoação e Freguesia de mesmo nome, Concelho de Ponte da Barca.
Sobranceiro a terras de Espanha, em posição dominante na serra Amarela sobre a margem esquerda do rio Lima, este castelo foi erguido de raiz, na Idade Média, com a função de vigília, defesa e marco de soberania da fronteira. Embora não tenha estado envolvido em grandes batalhas ou episódios de história militar, é considerado como um dos mais importantes monumentos militares portugueses, pelas novidades técnicas e arquitetônicas que ensaiou, à época, no país.
O núcleo que chegou até nós do castelo medieval, é de planta similar a do Castelo de Lanhoso, do Castelo de Arnóia e de vários outros desta região. É composto pelas muralhas de alvenaria de pedra, cujo topo é circundado por um adarve. Nestas rasgam-se duas portas, uma a norte, próxima à torre, e outra, a sul, acedida por uma ponte levadiça de madeira. Esta última porta ostenta pelo interior um arco de volta perfeita e pelo exterior um arco quebrado, sendo ladeada por dois cubelos de planta retangular.
No interior, abre-se a Praça de Armas, na qual se inscreve, a norte (lado da Espanha), a torre de menagem, de planta quadrangular, com porta rasgada acima do nível do solo, dividida internamente em dois pisos e coroada por ameias de remate tronco-piramidal.
A adaptação do perímetro defensivo do castelo aos tiros da artilharia, no século XVII, materializou-se por uma linha envolvente de muralhas de tipo abaluartado, com planta no formato estrelado, em cujos parapeitos se rasgam canhoneiras em pontos estratégicos, apresentando guaritas cilíndricas encimadas por cúpulas semiesféricas nos vértices. O conjunto era acedido por porta encimada por matacães, precedida por ponte levadiça e cercado por altos taludes e fossos. Um revelim provê a defesa da entrada principal.


Fontes: Wikipedia & Região de Turismo do Alto Minho & Solares de Portugal

sábado, 24 de Maio de 2008

Valença

Mais uma vila do bonito distrito de Viana do Castelo. Valença é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte e subregião do Minho-Lima, com cerca de 3 500 habitantes.
É sede de um município com 117,43 km² de área e 14 187 habitantes (2001), subdividido em dezasseis freguesias.
Do tempo da romanização conserva o marco epigráfico que assinalava a via romana que ligava Braga a Tui, do reinado de D. Sancho I guarda a ordem de povoamento e de D. Afonso II a confirmação do foral. Chamava-se então Contrasta, por oposta que é à povoação fronteira de Tui. Hoje é conhecida por Valença e na sua História ficaram igualmente as memórias das guerras da Restauração, das invasões napoleónicas e das lutas liberais oitocentistas.
Entrar hoje na velha fortaleza de Valença é mergulhar num mundo medieval de ruazinhas estreitas e casas seculares, animadas por coloridos bazares naquele que é um dos maiores centros comerciais do Minho.
Valença é uma das mais importantes praças-fortes do país. A actual fortificação foi edificada no século XVII frente a Tui; no entanto, as suas raízes remontam à época Romana. Com D. Afonso V, o nome da vila mudou de Contrasta ("A que fica em frente") para Valença ("a valente"). Pelos desenhos que D. Duarte d”Armas deixou, conclui-se que a vila era cintada de muralhas e tinha grande torre de menagem e outras torres de frente à fortificada Tui. Zona turística por excelência, Valença é a porta de entrada de milhares de turistas cada ano. A atracção pelo seu centro histórico é notória: as sua ruas, estreitas e sinuosas, tipicamente medievais, acolhem o desfraldar de louças e atoalhados, qual lençol bordado de insólita beleza. Na Coroada, é obrigatório visitar a Capela do Bom Jesus, em frente da qual se eleva a estátua do Valenciano mais ilustre: S. Teotónio, o primeiro Santo Português. Vila essencialmente comercial e turística, a sua gastronomia fará as delícias de quantos a visitarem: a lampreia à minhota, a truta salmonada ou o bacalhau à S. Teotónio serão suficiente atractivo para os bons apreciadores de peixe; o cabrito à Sanfins ou o carneiro à Gondomil, acompanhados de um vinho do convento de Ganfei, serão a justificação para visitar Valença.

A fortificação de Valença, povoação na margem esquerda do rio Minho, na raia portuguesa com a Galiza, remonta à transição do século XII para o XIII. Destinava-se à defesa da povoação e da travessia daquele trecho do rio.
A Guerra da Restauração e a construção da Praça-forte
No contexto da Guerra da Restauração da independência portuguesa, essa fortificação lindeira foi inteiramente reformada com projeto do francês Miguel de l'Ècole. Desse modo, foram reconstruídos os muros para abraçar o perímetro estendido da vila, e erguidas novas estruturas abaluartadas, entre as quais:

a chamada Coroada, com três baluartes (Santa Ana, São Jerônimo, e Santa Bárbara) e dois meio-baluartes (São José e Santo Antônio);

abertos novos fossos, sobre os quais se ergueram relevos em talude;

revelins para defesa de algumas cortinas

sete novos baluartes, a saber: Carmo, Esperança, Faro, Lapa, São Francisco, São João e Socorro.
Já com as primeiras obras em andamento, resistiu a uma incursão espanhola no início da guerra de Restauração (1643). Ainda em obras, caiu em mãos espanholas em 1654, para logo ser reconquistada por tropas portuguesas sob o comando do Conde de Castelo Melhor. As obras prosseguiam em 1661, para serem concluídas em 1713, quando o seu último arquiteto, Manuel Pinto de Vilalobos, a deu como concluída. Ao final do século XVIII, foram reforçados os muros do Paiol da Pólvora e levantado o Paiol do Açougue (1774).

Fontes: Wikipedia & Valença blog & Solares de Portugal

quinta-feira, 22 de Maio de 2008

31 Maio - XV FESTIVAL FOLCLÓRICO DE MAIO

Local: Praça da Liberdade, às 22.00 H
Org: Ronda Típica da Meadela, Junta de Freguesia da Meadela, Monserrate, Santa Maria Maior. Apoio: Câmara Municipal de Viana do Castelo

quarta-feira, 21 de Maio de 2008

30 Maio a 10 Junho – XIII FESTEIXO

XIII FESTEIXO – FESTIVAL DE TEATRO DO EIXO ATLÂNTICO
O fabuloso Teatro Municipal Sá de Miranda acolhe, este mês, mais um Festeixo – Festival de Teatro do Eixo Atlântico,
criado em 1996 na sequência de uma prática de diálogo interactivo com a produção teatral da Galiza. Nascido da intensa actividade teatral de intercâmbio promovida pelo Centro Dramático de Viana (Teatro do Noroeste), as edições anuais decorrem sempre em Viana do Castelo.
Neste contexto, o festival evolui da mera mostra do teatro realizada no norte de Portugal e na Galiza, para se tornar num espaço de acolhimento da produção teatral com presenças constantes de companhias e grupos de dois lados da fronteira.
Programação:
No Teatro Municipal Sá de Miranda, às 22H00

30 de Maio - "Romeu e Xulieta" - Teatro do Noroeste (Santiago de Compostela)

02 de Junho - "Buckett" - Palmilha Dentada (Porto)

03 de Junho - "Final de Película" - Áncora Produccions (Corunha)

04 de Junho - "A Luta de S.Jorge com o Dragão" - Criadores de Imagens (Lisboa) - espectáculo de rua apresentado na Praça da Liberdade

05 de Junho - "O Profissional" - Companhia de Teatro de Braga (Braga)

06 de Junho - "Cântico de Natal" - Oficina Teatro (Guimarães)

10 de Junho - "Mas Afinal Quem És Tu, Ó Dona Maria da Fonte?" - Centro Dramático de Viana


FESTEIXOZINHO
31 de Maio - 17H00 - "Átchi - O Mercador de Sonhos" - Papa Léguas (Lisboa)

01 de Junho - 17H00 - "Ó Son das Cousas" - Sapristi Teatro (Santiago de Compostela)

08 de Junho - 17H00 - "Amigos e Sarilhos" - Teatro Extremo (Almada) - no Café do Teatro

Preço normal: 8 €
Preço Verde (maiores de 65 anos, reformados, estudantes, menores de 25 anos): 4 €
Preço espectáculo para a infância: crianças até 12 anos: 2,5€; Adultos - 5€

via: Centro Dramático de Viana

segunda-feira, 19 de Maio de 2008

10 de Junho - Desfile Patriótico/PNR

Paredes de Coura

Paredes de Coura é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte e subregião do Minho-Lima, com cerca de 1 500 habitantes.
É sede de um município com 138,02 km² de área e 9 571 habitantes (2001), subdividido em 21 freguesias.
Na época do domínio Imperial romano da Península presume-se que terá existido uma cidade de nome Cauca, esta localizada na via militar de Braccara a Tuy (Narciso Alves da Cunha defende que o topónimo Coura deriva da palavra celta Cora, lugar recatado e seguro). Alguns antiquários sugerem a hipótese de Paredes de Coura ocupar o lugar dessa cidade luso-romana, na qual teria nascido o imperador Teodósio.
No entanto, tudo isto não passa de meras suposições, o mais que se pode dizer, a respeito da antiguidade de Paredes de Coura, é que o território do actaual concelho, fez parte duma vasta circunscrição medieval designada por "Terras de Coyra", e posteriormente, apenas Coura, conforme o foral manuelino de 13 de Abril de 1515.
A região foi habitada em eras remotas o que se comprova pelos múltiplos vestígios da civilização dolménica ou castreja existentes em diversos lugares do concelho. Os marcos miliários que nela se encontram mostram, por sua vez, que os Romanos tiveram neste complexo interflúvio montanhês uma importante via militar do conventus bracarense.
Depois das invasões napoleónicas, estabeleceu-se nesta terra e nela construiu uma importante casa, o Marechal de Campo Champalimaud, que durante essa guerra defendeu a praça de Valença.
Foi através da reforma administrativa de 1834, que pôs fim ao concelho de Fraião, integrando parte das suas freguesias no de Paredes de Coura. A actual designação de Paredes de Coura, foi adoptada apenas a partir de 15 de Setembro de 1875, data da criação da comarca.

Descrição das Armas:
1- Escudo peninsular, o campo de negro com três espigas de milho de ouro, folhadas de verde, enfeixadas e atadas de vermelho em ponta, acompanhadas por duas foicinhas de prata com os cabos cruzados em aspa; em contrachefe, um rio de três faixas ondadas, duas de prata e uma de azul. Coroa mural de quatro torres visíveis de prata.
2- Quanto aos esmaltes: O negro do campo simboliza a terra e significa firmeza e honestidade.
3- O Ouro das espigas representa a agricultura e significa heraldicamente a nobreza, fidelidade, constância, poder e liberdade.
4- O verde do folhado simboliza a natureza, e significa a esperança.
5- O vermelho do atado das espigas simboliza a unidade, e representa a força, a vida e as vitórias.
6- A prata das foices e do rio representa a humildade e a riqueza humana.
7- O azul do rio significa caridade e lealdade.
8- Quanto às peças: As espigas de milho e o rio são os símbolos naturais da riqueza regional, e as foicinhas representam o labor e o amor ao tabalho.


Fontes: Wikipedia & Câmara Municipal de Paredes de Coura & Paredes de Coura - Território com Alma

quinta-feira, 15 de Maio de 2008

Tabernas de Viana ainda ganham guerra aos fast-food

O shopping implantado desde 2003 bem no coração da cidade levou para Viana do Castelo a chamada "fast-food", mas não conseguiu "derrubar" as típicas tabernas da capital do Alto Minho, que continuam autênticos locais de culto.

"Não trocava isto por nada deste mundo. Aqui é que me sinto bem, aqui é que como bem, aqui é que gosto de estar. No shopping sinto-me como um peixe fora da água", confessa um cliente da "Casa Primavera", uma das mais carismáticas e procuradas tabernas de Viana do castelo.

Por entre uma patanisca, uma malguinha de vinho e duas de conversa, é nas tabernas que muitos vianenses preferem matar o tempo, longe do "reboliço" dos grandes centros comerciais, onde, como acrescentou o mesmo cliente, "a comida é de plástico, parece que não sabe a nada e um homem parece que não pode estar à vontade".

"O segredo está no ambiente simples, no atendimento amigo e, claro, na qualidade dos petiscos, quase todos à base de peixe fresco saído da nossa Ribeira", refere José Soares, dono da taberna.

Ali, joga-se à sueca, canta-se, contam-se anedotas e põe-se a conversa em dia, ao mesmo ritmo com que, da cozinha, vão saindo quentinhos petiscos, como fanecas, caldeiradas de peixe e sardinhas assadas ou fritas.

Os que tiveram uns trocos a mais na carteira podem ainda "regalar-se" com boas peças de marisco vivo, entre camarão, mancos, amêijoas, lavagante ou mesmo lagosta.

"Tanto vêm cá as pessoas mais simples da nossa Ribeira como doutores e engenheiros. Aqui, não há distinções, são todos tratados da mesma forma. E a prova de que gostam é que todos acabam por cá voltar, e trazem com eles um amigo, mais um, mais um...", diz, com orgulho, José Soares.

Otília Pereira, 82 anos, é a proprietária da mais antiga taberna do Centro Histórico de Viana do Castelo, estabelecimento que dirige há já quase seis décadas e que, garante, manterá de portas abertas "até deixar de ter forças".

"Isto é a minha vida", diz Dona Otília, uma mulher afável e carinhosa, que trata os clientes como se fossem seus filhos ou netos e que, apesar da idade, aguenta-se "firme", todos os dias, até à meia-noite para atender quem procura a sua loja, mesmo que os clientes sejam cada vez mais a conta-gotas.

Uma placa em chapa anunciando "bons vinhos e comida", um ramo de loureiro pendurado na parede exterior e as portas baixas de guarda-vento não deixam margens para dúvidas: é uma taberna à antiga portuguesa, com certeza.

Lá ainda se pode provar um chouriço assado, umas pataniscas, bacalhau assado ou um "preguinho", tudo isto acompanhado de um bom "champarrião", [vinho verde tinto misturado com cerveja e açúcar], que é sempre a primeira sugestão "líquida" da dona da casa.

Com mais de 150 anos, aquele estabelecimento, situado na Rua do Vilarinho, começou por se chamar "Venda do Católico", mas a sua actual designação é "A Espanhola".

Nas paredes interiores, e além de muitas mensagens carinhosas escritas sobretudo por estudantes que durante anos a fio fizeram daquela tasquinha o "quartel-general" das semanas académicas, destaca-se um quadro com uns versos que impõem respeito: "Quem nesta casa entrar / Com a língua deve ter cautela / Pode entrar pela porta / E sair pela janela".

"Gosto que os clientes estejam à vontade e se sintam em casa, mas o respeitinho é muito bonito", refere a proprietária.

via: Visão

terça-feira, 13 de Maio de 2008

Libertação de Mario Machado

José Pinto Coelho, DIRIGENTE DO PARTIDO NACIONAL RENOVADOR em entrevista ao DN
Ficou surpreendido com a libertação ontem de Mário Machado?
Fiquei relativamente espantado. Ele [Mário Machado] ligou-me há pouco e soube pelo próprio que tinha sido libertado. Ele fez questão de me dar a notícia em primeira mão.

O que é que ele lhe disse?
Mandou-me um abraço e agradeceu-me o apoio. Disse-me que estava impedido de sair da freguesia, mas que estava livre. Sempre pode sair de casa, respirar ar puro, ver pessoas... Eu fiquei muito feliz. Mas a justiça só se fará quando forem repostos os danos morais e financeiros que, quer o Mário Machado quer o Vasco Leitão, que tem estado em prisão domiciliária, sofreram neste último ano.

Esta reviravolta, isto é, a libertação não põe em causa a tese que tem defendido, segundo a qual Mário Machado tem sido vítima de perseguição política?

Não, a minha tese mantém-se firme em relação ao Ministério Público, não retiro uma vírgula ao que disse sobre isto. Agora, tudo me leva a crer que começa a haver bom senso...

... isso é um elogio à magistratura judicial?

Não, não é isso... mas verifico que começa a haver algum bom senso e vejo isso com muito agrado.

Têm passado pelo julgamento várias pessoas a testemunhar que foram alvo de ameaças. Essas pessoas têm agora razão para recear? José Falcão, da SOS-Racismo, diz que poderá ser uma ameaça para algumas pessoas.
Não existe qualquer fundamento para terem receio. Não é uma ameaça. Isso é alarido, é tudo teatro. É por causa dessa mentalidade que tiraram um ano de liberdade ao Mário. Mas esse senhor Falcão, que chamou recentemente os militantes do PNR de traficantes, vai ter de prestar esclarecimentos no espaço próprio.

Se tivesse recebido ameaças como algumas testemunhas, e relembro Ricardo Araújo Pereira, dizem ter recebido de elementos da extrema-direita, estava agora descansado?

Mas esses senhores da extrema- -esquerda sabem que não foram ameaçados. É tudo histeria. Al-guma vez o Daniel Oliveira foi ameaçado? Não... é tudo uma palhaçada...

Mas Ricardo Araújo Pereira disse mesmo em tribunal que teve de mudar de vida e de casa...

... ai coitadinho... é só o que posso dizer. Ao que sei nunca recebeu ameaças, a não ser quando fizeram o tal cartaz ofensivo e foi num sítio na Internet onde não se controla quem escreve... isto não é uma ameaça.

Não há qualquer razão para estas acusações?

Mário Machado ou Vasco Leitão têm crimes graves às suas costas? Não. A extrema-esquerda, sim, tem.

via: Diário de Notícias

segunda-feira, 12 de Maio de 2008

Caminha

Depois das "viagens" que fizemos por Ponte de Lima, Monção, Arcos de Valdevez e Melgaço, chegou a vez de visitar Caminha.
Caminha é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte e subregião do Minho-Lima, com cerca de 2 500 habitantes.
É sede de um município com 129,66 km² de área e 16 839 habitantes (2006), subdividido em 20 freguesias. A foz do rio Minho situa-se em Caminha, fazendo este rio parte integrante da paisagem da vila.
Caminha é uma povoação antiquíssima. Nas imediações existem ainda vestígios de civilizações atribuídas a épocas proto e pré-históricas, como mamoas, dólmen e castros. De resto, toda a região do Noroeste da Península, e muito especialmente a bacia do Minho, ostenta várias edificações do período Megalítico. Mas a cultura dominante e que mais vestígios deixou nesta zona foi, sem dúvida, a Castreja. As casas, quase todas do tipo redondo ou ovalado, denunciam marcas da cultura pré-céltica.
O centro histórico da vila, com o chamado "Chafariz do Terreiro", construído no ano de 1517 e obra do exímio canteiro João Lopes O Velho; os Paços do Concelho, abertos nos baixos em arcaria e com um belíssimo tecto em castanho (salão nobre), formado por 32 caixotões alveolares e apurados lavores de talha (séc. XVI), proveniente do sub-coro da matriz. Mesmo ao lado, a Torre do Relógio, monumento medieval da antiga cerca defensiva da vila (as antigas Portas de Viana).
Ainda na Praça, será justo destacar a "Casa dos Pitas", dos meados do séc. XVII (estilo manuelino tardio), velho solar com ameias e merlões chanfrados que coroam a fachada lateral, com portas e janelas de secção quadrangular.
Seguindo pela Rua Direita (antiga Rua do Meio), não sabemos mais o que admirar: se a beleza das ruas estreitas em lagedo, se a singularidade das moradias a revelarem fachadas artísticas, varandas, com elementos arquitecturais interessantíssimos.
É ao fundo desta rua que encontramos a belíssima Igreja Matriz. Renascentista plateresca com abside ogival de silhagem semelhante à da Sé de Braga. Tem três naves e uma única torre (belo exemplar da arte românica tardia, semelhante a muitas que se vêem pela Estremadura e Castela-à-Velha), obra do mestre biscainho e castelhano Tomé de Tolosa (1488), continuada por Pero Galego.
Mas não nos ficamos por aqui. No ano de 1539, diz a lenda, que os pescadores da Ínsua ao lançarem as redes ficaram perplexos, quando em vez do saboroso marisco e pescado, lhes ter aparecido um enorme caixão, que a custo levaram para a praia.
Desconfiados e surpresos, a medo, partiram as tábuas. E, milagre, dentro estava uma escultura de Jesus Cristo, que sobressaía entre cálices de prata e paramentos de seda e damasco. Diz a tradição que esta imagem terá vindo dos lados de Inglaterra, lançada ao mar pelos luteranos do norte, obcecados no seu puritanismo.
Institui-se, então, o culto do Senhor Jesus dos Mareantes, a 27 de Dezembro, com capela própria. E a imagem do Ecce-Homo ainda hoje é venerada pela importante Confraria dos Mareantes, com festa rija no mês de Agosto.

Caminha hoje em dia
Caminha acarinha o turismo, mas privilegia as suas gentes. Ao longo dos anos a qualidade de vida da população tem aumentado. Têm sido melhoradas as condições de vida de todo o concelho, as infra-estruturas urbanísticas, o bem-estar social, a oferta cultural e desportiva, a actividade económica e a educação.
Em 1994 o município de Caminha fundou, juntamente com outros Paredes de Coura, Vila Nova de Cerveira, Valença, Monção e Melgaço, a Associação de Municípios do Vale do Minho (Vale do Minho – AM).
Com a nova legislação de Maio de 2003, que confere um novo modelo de reorganização do território, Caminha optou por constituir uma Comunidade Urbana com os municípios localizados mais a sul. A formalização dessa ComUrb designada “Valimar” foi efectuada a 11 de Março deste ano pelos municípios de Viana do Castelo, Ponte de Lima, Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Esposende e, claro está, Caminha. A “Valimar” tem vindo a concertar projectos comuns, entre os vários municípios, de forma a colocar esta comunidade na rota do desenvolvimento sustentável, do progresso e da valorização do património e dos recursos ambientais, económicos e turísticos.
Sendo um concelho rico em termos ambientais, paisagísticos e usufruindo de variados e qualificados recursos naturais, patrimoniais e culturais, Caminha tem testemunhado um intenso crescimento do turismo, principalmente na época balnear. Porém, durante todo o ano, nas festividades e aos fins-de-semana, muitas são as pessoas que escolhem Caminha como destino e, cada vez mais, como local para segunda residência. Bem localizada geograficamente, Caminha encontra-se perto da Galiza, está a uma hora da área Metropolitana do Porto, e permite uma saudável e rápida escapadela da agitação própria das grandes cidades.
As paisagens que se distribuem pelos dois vales, o do Âncora e o do Coura, os rios, as praias, a Serra, o património, a gastronomia, o artesanato…são peças que constituem este verdadeiro “Mosaico de Paisagens”.

Fontes: Wikipedia & Região de Turismo do Alto Minho & Câmara Municipal de Caminha

domingo, 11 de Maio de 2008

Viana no Youtube

sábado, 10 de Maio de 2008

Activismo em Esposende

Uma pequena acção de rua, que serviu para repor os autocolantes que já se encontravam gastos com o tempo. Mais uma acção que correu lindamente, aqui ficam algumas fotos:




sexta-feira, 9 de Maio de 2008

Activismo em Aveiro !



Exemplo, de várias acções de activismo efectuadas por jovens nacionalistas de Aveiro.
Fotos cedidas gentilmente pelo leitor : N.Carvalho

quarta-feira, 7 de Maio de 2008

Do Presidente aos Nacionalistas | Maio de 2008

Há poucos dias, contou-me um amigo, chocado, que esteve num jantar com cerca de 20 pessoas e nenhuma delas conhecia o PNR.
Igualmente chocado ficou quando ao contar-me este episódio não viu espanto em mim.
Pois não. Eu sei que essa é, infelizmente, a triste realidade. Verifico isso a toda a hora, sobretudo em acções na rua.

Devemos ter em conta que as pessoas são bombardeadas maciçamente com propaganda dos cinco partidos do poder e que, de igual modo, a comunicação social apresenta apenas esses mesmos partidos aos portugueses como sendo os únicos. Logo esses, que são os responsáveis pelo descalabro nacional, explicando assim o desencanto das pessoas com a política e a natural repulsa que sentem pelos políticos.
Os portugueses sabem que além desses partidos existem vagamente uns “pequenos” partidos pitorescos, mas nem sabem bem, ao menos, quais são ou quais as suas siglas…

Devemos ter em conta, ainda, que em 2005 quando obtivemos 10.000 votos nas Legislativas, apenas zero vírgula qualquer coisa dos portugueses conhecia o PNR.
Hoje, após 3 anos de esforço e activismo, podemos perceber que, fruto disso, uma percentagem razoável dos portugueses já sabe da existência do PNR mas, parte desses nem a sua sigla consegue reproduzir correctamente e menos ainda sabe minimamente aquilo que defendemos.
Temos a certeza porém, que de uma forma ou outra, a grande maioria dos portugueses ainda não conhece o PNR ou, na melhor das hipóteses, já “conheceu” e já esqueceu.

É verdade que temos um grande potencial de crescimento, mas é também verdade que temos que fazer um esforço ainda maior e mais constante por nos darmos a conhecer. Nas ruas!
Desiludam-se aqueles que pensarem que basta esperarmos sentados pelos votos em 2009… Nada mais errado!

Temos muito trabalho pela frente. Diário! Esforçado! Não há outra receita para lá chegarmos.
O trabalho e o esforço de cada Nacionalista e dos núcleos é absolutamente fundamental.
Não se fazem omeletas sem ovos, nem se obtêm votos sem (muito!) trabalho.
Por isso é imperativo que cada Nacionalista pergunte a si mesmo, todos os dias(!), que fiz ou farei hoje, de concreto e útil para o Nacionalismo e para o PNR?
Está nas nossas mãos...

José Pinto-Coelho
3 Maio 2008

via: PNR

segunda-feira, 5 de Maio de 2008

Melgaço

Melgaço é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte e subregião do Minho-Lima, com cerca de 1 300 habitantes.
O município de Melgaço com os seus 232 Km², composto por dezoito freguesias aparece-nos, ainda revestido dos seus traços medievais: é o velho castelo roqueiro com uma graciosa Torre de Menagem, verdadeira atalaia da fronteira, construído pelo Prior do Mosteiro de Longos Vales em 1197, no tempo de D. Sancho I; são as ruelas em calçada à portuguesa; telhados e muros com "patine"; a bonita Casa do "Solar do Alvarinho", que já fora Casa da Câmara, Tribunal e Cadeia; a Igreja Matriz dedicada a Santa Maria da Porta; a Misericórdia, com uma lindíssima galilé; o Convento das Carvalhiças, que foi da Ordem dos Franciscanos; a Capelinha do Santo Cristo; a jóia românica da Capela de Nossa Senhora de Orada.
Numa afirmação de progresso, a vila medieval alargou a sua "cerca" e transformou-se, hoje, numa vila moderna com largos e alamedas, ruas abertas e arejadas, com novos equipamentos escolares e de saúde, de turismo, com aquela Casa Castreja que honra e dignifica o município, na arte de bem receber, de informar e de promover, tendo como portas de entrada para quem vem de Espanha, as fronteiras de S. Gregório e a Ponte Internacional de Peso / Arbo.
Mas chegar a Melgaço e não subir até às portas do Parque Nacional da Peneda-Gerês, numa bela estrada de recortes panorâmicos; passar o Cubalhão para atingir Lamas de Mouro, apanhando a meia encosta, o pequeno Rio Trancoso de margens verdejantes e acolhedoras; depois a Portelinha e entrar, finalmente em Castro de Laboreiro, velho "habitat" castrejo simbolizado na mulher vestida de negro, por saudade, por estima, por respeito aos noivos, filhos e maridos que viram partir, de "capucho", saia preta, blusa de fazenda, avental e lenço preto, albarcas de lã e chancas, tendo sempre junto de si o cão de Castro Laboreiro, raça nobre de guarda e pastoreio com o seu porte aprumado e de cores em tons lobeiros.
Melgaço, “Onde Portugal começa...” tem de um raro e inigualável património histórico e cultural. Possui uma grande diversidade de valores culturais que fazem a história das diferentes épocas, desde a pré-história até aos nossos tempos. O legado arqueológico de Melgaço é rico e diverso, basta atentarmos um pouco nos monumentos megalíticos, arte rupestre e castros e monumentos ligados à arquitectura religiosa, civil e militar como as igrejas, castelos e pontes. O requinte vê-se nos solares, paços e casas senhoriais espalhados um pouco por todo o concelho, dando a Melgaço uma importância acrescida na vida social e artística da região. E se o património, por si só, já convida a uma visita, a gastronomia, as paisagens e tradições das gentes de Melgaço tornam-na inevitável. Melgaço tem nas suas gentes a principal riqueza.

Fontes: Wikipedia & Região de Turismo do Alto Minho & Solares de Portugal

sábado, 3 de Maio de 2008

Arcos de Valdevez

Continuando as "viagens" que temos feito pelas cidades/vilas do distrito de Viana, hoje vamos até Arcos de Valdevez.
Arcos de Valdevez é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte e subregião do Minho-Lima, com cerca de 2 200 habitantes, está situada numa das mais belas regiões de Portugal.
Arcos de Valdevez, rodeada de natureza verdejante e banhada pelo bonito Rio Vez, está inserida no único Parque Nacional do País: o Parque Nacional da Peneda-Gerês.
Com ocupação humana desde tempos pré-históricos, como o testemunham os diversos achados arqueológicos de espaços funerários pré-históricos, que incorpora cerca de uma dezena de monumentos distribuídos por uma zona planáltica, destacando-se o Núcleo Megalítico do Mezio, que vale a pena conhecer.
Arcos de Valdevez, para além de toda a sua beleza natural, é também uma terra histórica, onde, segundo reza a tradição, se encontraram as tropas de Afonso VII de Leão e de D. Afonso Henriques, em 1140, dando origem à consagração do reino Português, rezando a lenda que no combate se deu uma carnificina tal que horas passadas do combate ainda o Rio Vez levava, até ao Rio Lima, sangue em vez de água.
Na Guerra da Restauração, o General espanhol Pantoja ordenou o incêndio da vila, reduzindo-a a cinzas. No século XVII, Arcos de Valdevez, sede de Município de 51 freguesias com cerca de 32 mil habitantes, rodeou-se de uma prodigiosa natureza e lânguidas encostas, onde o vinho amadurece e o sol se põe. Nas suas ruas, erguem-se velhas casas senhoriais, torres, pontes e templos que marcam as tradições herdadas pelas gentes ao longo dos anos.
A terra é visivelmente fértil e a vila encantadora, com as suas ruas e casario irregular, velhas mansões e igrejas, como a Igreja de Nossa Senhora da Lapa, de 1767, em estilo barroco, e a bonita Igreja Matriz.
A não perder é o antigo Campo da Feira, desde 1456, à beira rio, proporcionando bonitas paisagens e paz de espírito.
A Gastronomia da região é tipicamente minhota, e sinónimo de apetitosa, destacando-se o tradicional cozido à Portuguesa e a vitela assada.



Fontes: Wikipedia & Guia da Cidade [Arcos de Valdevez] & Solares de Portugal

quinta-feira, 1 de Maio de 2008

5 a 11 Maio - VIII Encontros de Viana – Cinema e Vídeo

Os Encontros de Viana, promovidos pela AO NORTE - Associação de Produção e Animação Audiovisual e Câmara Municipal de Viana do Castelo, caracterizam-se formalmente por um espaço de exibição e divulgação, num misto de formatos e ecrãs, confrontando os públicos com uma visão panorâmica do que se produz actualmente no mundo do cinema. Esta plataforma encontra-se com o público mais novo através das actividades desenvolvidas nas escolas locais.
A Secção Olhares Frontais envolve sempre quatro escolas de Cinema. Uma europeia, outra ligada à geografia dos descobrimentos portugueses, uma Escola portuguesa e uma da Galiza. Propõe também o olhar sobre produção documental nacional mais recente, com a presença dos realizadores. Os Prémios PrimeirOlhar, a única secção competitiva, destinam-se a premiar o melhor documentário realizado por alunos de Escolas de Cinema, Audiovisuais ou de Comunicação de Portugal e da Galiza, ou feito no âmbito de um curso de formação em documentarismo.
O projecto O Filme da Minha Vida é o título genérico de uma colecção de banda desenhada que a AO NORTE vai lançar neste evento. É o resultado de um desafio lançado aos autores nacionais de banda desenhada para criar uma obra a partir de um filme que tenha deixado memória. O primeiro livro da autoria de André Lemos será apresentado no dia 9 de Maio, com a exposição dos desenhos originais.
Fazem ainda parte do programa a Secção Olhares Etnográficos, Filmes Falados, Ciclo Olhar ao Lado, Histórias na Praça, Workshops, Sessões de Cinema Infantil, , Angola + Olhares, bem como uma exposição de fotografia e uma Feira do Livro de Cinema.
(Consultar programa específico).
Locais: Teatro Municipal Sá de Miranda, Cinema Verde Viana, Auditório do Grupo Desportivo e Cultural dos Trabalhadores dos ENVC.
Org.: Câmara Municipal de Viana do Castelo. Direcção Técnica: Associação AO NORTE. Associação Ao Norte - Praça D. Maria II, 113, r/c - 4900-489 Viana do Castelo
Tel. / Fax: 258 821 619
E-mail: ao-norte@nortenet.pt
Site: www.ao-norte.com