domingo, 30 de Novembro de 2008
sábado, 29 de Novembro de 2008
quinta-feira, 27 de Novembro de 2008
Prémio Dardos

Agradecemos ao blogue Folclore de Portugal o prémio Dardos
"Com o Prémio Dardos reconhecem-se os valores que cada blogueiro mostra a cada dia, o seu empenho em transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc. Que, em suma, demonstram a sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre as suas letras, entre as suas palavras."
1 – Quem aceitar o prémio deve exibir a imagem acima,
2 – Linkar o blogue do qual recebeu o prémio
3 – Escolher 15 blogues para entregar o Prémio Dardos.
As nossas 15 escolhas recaem sobre os seguintes blogues:
Terra Portuguesa
Prisões de Abril
a cidade do sossego
Nova Frente
Activismo Nacional
Jornal do Sistema
Via Natura
Hermes Boletim
Alerta 1143
Pena e Espada
Reverentia Lusa
Nonas
A cidade surpreendente
Área Nacional
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quarta-feira, 26 de Novembro de 2008
Casa Pia: o estado de putrefacção da imensidão chamada Estado
O processo Casa Pia, onde são julgados alguns dos suspeitos de pedofilia, aproxima-se da leitura da sentença. Quatro anos depois do início do processo, nunca é demais lembrar que o PNR foi o único partido político em Portugal que organizou uma manifestação pública a propósito do caso Casa Pia, logo em 2004, em frente ao Tribunal da Boa-Hora com vários militantes a exibir uma faixa onde se exigia um combate efectivo à pedofilia. Como de costume, nunca nenhum jornal fez referência a esse facto ao longo destes quatro anos, apesar de naquele dia terem estado presentes várias dezenas de jornalistas que registaram o episódio com as suas câmaras. Em "resposta à exigência" do PNR, além da alteração do Código de Processo Penal, por muitos juristas considerado o "Código Casa Pia", a Sede Nacional do PNR foi alvo de busca solicitada por uma procuradora do MP, Cândida Vilar, em Abril de 2007. Facto inédito na história política portuguesa que não o teria sido se as escutas do caso Casa Pia, que referem a Sede Nacional do PS, ao contrário da Sede do PNR que não era mencionada em nenhuma escuta, tivessem tido tratamento idêntico. Entretanto, um dirigente do PNR esteve detido em prisão domiciliária com vigilância electrónica, durante mais de um ano, por escrever um texto na internet que um colectivo da Boa-Hora considerou discriminatório. O texto insurgia-se contra dois jovens que assassinaram um padeiro para lhe roubar um fio de ouro, homicídio esse que não será discriminação, "apenas" mais um caso pontual como tantos outros. Por se ter referido aos jovens com palavras impróprias, mas bem certeiras, e lamentando a destruição completa de uma família em troca de uns míseros euros, o Tribunal condenou-o a 1 ano e 8 meses de prisão, em pena suspensa pelo mesmo período de tempo. Este não será indemnizado com milhões por ter estado detido preventivamente, não durante dias mas durante 13 meses, por ter sido suspeito de usar uma arma chamada caneta. Alguns, nós, ou muitos, andam a clamar por justiça mas a resposta que obtemos é essa: detenção, julgamento e prisão para quem diz ou escreve a verdade, impunidade para quem mata, viola ou desgraça a vida de famílias inteiras. Catalina Pestana diz que no processo Casa Pia muitos ficaram de fora, outros nem sequer são pronunciados ou atiram-se como cães ao nosso bolso, tudo sob o olhar vesgo da tal justiça. E se tivermos de ser condenados também por lembrar ou escrever isto, seremos, mas teremos a nossa razão e, sobretudo, andaremos sempre de cabeça bem erguida, ao contrário de tantos outros que andam por aí. Quanto ao processo Casa Pia, e seu desfecho, apenas reforça a ideia do estado de putrefacção de um dos sectores de toda esta imensidão a que se convencionou chamar Estado.
terça-feira, 25 de Novembro de 2008
Vota PNR

Depois de tudo o que eles nos fizeram nos ultimos anos, ainda vais votar neles?!
Em 2009, sê Renovador, VOTA PNR!
segunda-feira, 24 de Novembro de 2008
II FESTAFIFE – Festival Internacional De Teatro De Marionetas E Cinema De Animação

De 21 a 29 – Cinema de Animação
A segunda edição do Festival Internacional de Marionetas e Cinema de Animação que irá trazer a magia destas duas artes a vários espaços de Viana do Castelo, entre os dias 21 e 29 de Novembro.
Nos vários palcos e ecrãs as escolas poderão assistir à criatividade e emoção, oriundas de paisagens distantes e com olhares diferentes que se combinam para momentos especiais. Temos propostas do Brasil, Bulgária, China, Espanha, Estados Unidos da América, França, Índia, Rússia...
Local: Auditório do Grupo Desportivo e Cultural dos Trabalhadores dos ENVC, das 9. 00H ás 21.45H
Org.: Grupo de Teatro – Marionetas, Objectos & Actores e AO NORTE
Site: Festafife 2008
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domingo, 23 de Novembro de 2008
A nova lei do financiamento dos partidos
Os partidos sem representação parlamentar realizaram hoje, Sábado, mais uma reunião a propósito da nova lei do financiamento dos partidos políticos, no seguimento das várias que tiveram lugar nos últimos meses. Na sede do MPT, PNR, PH, POUS, MRPP e ND, concluíram que a nova proposta, acordada entre PS e PSD, "nada de substancial vem alterar à lei anterior", mantendo as suas enormes injustiças e modo de aplicação. Foram relatados alguns exemplos inacreditáveis, como o caso em que um partido foi multado em milhares de euros por ter apresentado em Janeiro uma factura de telefone relativa a Dezembro, no valor de alguns euros, e que dizia respeito a ambos os períodos. A multa aplicada pelo Tribunal Constitucional excedia o próprio orçamento anual do partido, composto unicamente de quotas e donativos de militantes e simpatizantes. São situações como estas que os partidos sem representação parlamentar, e sem subvenção estatal (ao contrário do que, erradamente, algumas manchetes sugeriam), pretendem ver resolvidas e que a proposta de lei, acordada entre Alberto Martins (PS) e Paulo Rangel (PSD), não vem alterar. Recorde-se que aquele grupo de partidos já tinha apresentado uma proposta de lei que foi ignorada pelos partidos da maioria. Também já tinham reunido com o Procurador Geral da República, Pinto Monteiro, que se mostrou solidário e sensibilizado para o problema. Agora, esperam-se novas tomadas de posição, com o objectivo de tentar corrigir uma situação que todos foram unânimes em considerar como "profundamente injusta" e que tem o objectivo de asfixiar e exterminar os partidos sem representação parlamentar.
via: Terra Portuguesa
via: Terra Portuguesa
sábado, 22 de Novembro de 2008
Pequenos partidos com subvenção
Subvenção a partidos sem representação parlamentar mas com mais de 50 mil votos e para a segunda volta das presidenciais e intercalares são alterações à lei do financiamento, que mantém restrições a donativos anónimos.
Assinado o acordo entre Alberto Martins e Paulo Rangel, PS e PSD divulgaram ontem o projecto que altera regras da actual lei do financiamento dos partidos e que deverá aplicar-se já a partir de 2009, ano em que se realizarão três actos eleitorais. No entanto, a redução da subvenção prevista só terá efeitos para lá do próximo ano.
Na mesma linha do que foi introduzido na proposta de Orçamento de Estado (OE) apresentada pelo Governo, fica estabelecido que o Indexante de Apoios Sociais (IAS), fixado em 407 euros, passa a ser o referencial para cálculo das subvenções e não o salário mínimo nacional (426 euros este ano), como acontece actualmente. Só que, tal como também está inscrito no OE, a redução não terá efeitos nos próximos anos. É que o novo cálculo só produzirá efeitos "a partir do ano em que o montante do IAS atinja o valor do salário mínimo em 2008". O que só deverá acontecer depois de 2010, uma vez que é baixo crescimento do IAS.
O mesmo referencial indexante passa a ser usado para as subvenções atribuídas aos grupos parlamentares, para encargos com assessorias e despesas de funcionamento. A atribuição desta verba, que é da responsabilidade da Assembleia da República, passa a constar da lei do financiamento partidário, embora já consta da lei orgânica do Parlamento.
De acordo com a exposição de motivos, o projecto de lei via "alcançar maior rigor e transparência". É nesse contexto de clarificação das normas de transparência que é eliminado o artigo da actual lei que considera donativos "as aquisições de bens a partidos políticos por montante manifestamente superior ao respectivo valor de mercado".
O financiamento das campanhas para os referendos, que, tal como a segunda volta das presidenciais e das intercalares autárquicas, é uma lacuna da lei, só deverá ser alterada no âmbito da Lei do Referendo.
À margem da negociação ficaram os restantes grupos parlamentares, embora tenha sido manifestada ontem a disponibilidade do PS para acolher propostas de alteração.
Contra a atitude dos dois maiores partidos, manifestou-se João Almeida, secretário-geral do CDS-PP. "É um sinal político inequívoco que dão o PS e o PSD ao afastarem os outros partidos de uma processo legislativo que diz respeito a todos", afirmou ao JN. Em relação ao conteúdo do projecto de lei, o dirigente democrata-cristão criticou não estar prevista a alteração do sistema de multas aos partidos. "É injusto que as subvenções sejam atribuídas com base no peso eleitoral e as multas sejam de igual montante para todos", contestou.
Também sem querer adiantar uma posição final sobre o conteúdo do projecto, Bernardino Soares, líder parlamentar do PCP, lembrou que o seu partido contesta que os baixos valores das excepções previstas na lei em vigor relativamente às receitas de donativos não identificados, que resultam, por exemplo das receitas da Festa do Avante!.
via: JN
Assinado o acordo entre Alberto Martins e Paulo Rangel, PS e PSD divulgaram ontem o projecto que altera regras da actual lei do financiamento dos partidos e que deverá aplicar-se já a partir de 2009, ano em que se realizarão três actos eleitorais. No entanto, a redução da subvenção prevista só terá efeitos para lá do próximo ano.
Na mesma linha do que foi introduzido na proposta de Orçamento de Estado (OE) apresentada pelo Governo, fica estabelecido que o Indexante de Apoios Sociais (IAS), fixado em 407 euros, passa a ser o referencial para cálculo das subvenções e não o salário mínimo nacional (426 euros este ano), como acontece actualmente. Só que, tal como também está inscrito no OE, a redução não terá efeitos nos próximos anos. É que o novo cálculo só produzirá efeitos "a partir do ano em que o montante do IAS atinja o valor do salário mínimo em 2008". O que só deverá acontecer depois de 2010, uma vez que é baixo crescimento do IAS.
O mesmo referencial indexante passa a ser usado para as subvenções atribuídas aos grupos parlamentares, para encargos com assessorias e despesas de funcionamento. A atribuição desta verba, que é da responsabilidade da Assembleia da República, passa a constar da lei do financiamento partidário, embora já consta da lei orgânica do Parlamento.
De acordo com a exposição de motivos, o projecto de lei via "alcançar maior rigor e transparência". É nesse contexto de clarificação das normas de transparência que é eliminado o artigo da actual lei que considera donativos "as aquisições de bens a partidos políticos por montante manifestamente superior ao respectivo valor de mercado".
O financiamento das campanhas para os referendos, que, tal como a segunda volta das presidenciais e das intercalares autárquicas, é uma lacuna da lei, só deverá ser alterada no âmbito da Lei do Referendo.
À margem da negociação ficaram os restantes grupos parlamentares, embora tenha sido manifestada ontem a disponibilidade do PS para acolher propostas de alteração.
Contra a atitude dos dois maiores partidos, manifestou-se João Almeida, secretário-geral do CDS-PP. "É um sinal político inequívoco que dão o PS e o PSD ao afastarem os outros partidos de uma processo legislativo que diz respeito a todos", afirmou ao JN. Em relação ao conteúdo do projecto de lei, o dirigente democrata-cristão criticou não estar prevista a alteração do sistema de multas aos partidos. "É injusto que as subvenções sejam atribuídas com base no peso eleitoral e as multas sejam de igual montante para todos", contestou.
Também sem querer adiantar uma posição final sobre o conteúdo do projecto, Bernardino Soares, líder parlamentar do PCP, lembrou que o seu partido contesta que os baixos valores das excepções previstas na lei em vigor relativamente às receitas de donativos não identificados, que resultam, por exemplo das receitas da Festa do Avante!.
via: JN
sexta-feira, 21 de Novembro de 2008
quarta-feira, 19 de Novembro de 2008
Reportagem da TVI sobre imigração, racismo e discriminação
A TVI transmitiu ontem uma reportagem da autoria da jornalista Elisabete Barata com o título "Português Suave". O programa tinha como tema a imigração e começou com uma associação entre esta e a criminalidade. Excertos de aberturas de telejornal, imagens de bairros de imigrantes, e tiroteio da Quinta da Fonte. Nada de novo, portanto. Entretanto alguns minutos, poucos, para falar em nacionalistas. Falou em, e com, Mário Machado e recordou o recente processo de Monsanto, em que houve condenados por escrever, aproveitando para meter pelo meio uns gritos e ambulâncias. Adequado para os objectivos da reportagem, menos de informação e mais de desinformação, ou formação politicamente (in)correcta. Um pequeno exemplo: Elisabete Barata entrevistou José Pinto-Coelho, presidente do PNR, no Martim Moniz em Lisboa. A meio da entrevista, um bando de imigrantes começou a proferir ameaças, atirando pedras e garrafas de cerveja. Entrevistado, jornalista, e repórter de imagem tiveram de abandonar o local apressadamente. Quando o repórter solicitou a ajuda de um carro da PSP que por ali passava recebeu como resposta que «não tinham tempo». Ficou tudo registado na fita da TVI, mas não houve coragem de o mostrar. Era necessário proteger a imagem do imigrante, discriminado, perseguido. E o episódio deu-se precisamente junto à Freguesia do Socorro, em que os imigrantes são cerca de 90% dos residentes, uma realidade que a reportagem também não mencionou. Assim se vai branqueando a tal realidade, cada vez mais difícil para muitos portugueses que têm de viver no dia-a-dia sentindo todos os «benefícios» que a reportagem, e outros entrevistados, tentaram transmitir ao longo de quase meia-hora. Talvez por isso nos nossos canais de televisão nunca tenha havido um único debate em directo, sobre este tema, com um representante não politicamente correcto ou sem os «comissários» do costume. E por falar em «comissários», Rosário Farmhouse do ACIDI, também entrevistada, tratou os imigrantes como mercadoria dizendo que «dão lucro», o que até nem é verdade, mas «esqueceu-se» de mencionar os 73 milhões de euros que a sua organização governamental vai receber do Orçamento de Estado para apoiar os imigrantes e mais de uma centena de associações racistas e discriminatórias, para com os portugueses. E, assim, lá assistimos a mais do mesmo.
via: PNR
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segunda-feira, 17 de Novembro de 2008
Convento de S. Francisco do Monte vandalizado
Preservativos, garrafas de bebidas alcoólicas, muros e imagens vandalizadas é o cenário vivido há anos pelo secular Convento de S. Francisco do Monte, em vias de ser classificado como património público. Isolado na encosta do Monte de Santa Luzia, Viana do Castelo, sem qualquer acesso automóvel, o monumento data do século XIV, há anos que está votado ao abandono, à espera de uma reabilitação que poderá custar cerca de dez milhões de euros para o transformar num retiro académico."É metade do orçamento para um ano de funcionamento da nossa instituição, muito dinheiro mesmo. Estamos a tentar parcerias com o sector privado, mas para já tem sido muito complicado", explicou Rui Teixeira, presidente do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), que desde 2001 detém a propriedade do convento. O despacho de abertura do processo de classificação do Convento de S. Francisco foi emitido em 08 de Fevereiro de 2002 e entretanto o IPVC tem promovido várias pequenas obras de "consolidação de uma fachada" para "evitar que esta desmorone".
Com o passar do tempo, o estado de degradação do convento agravou- -se. O Politécnico chegou a colocar no local um cartaz avisando que "por motivos de segurança é proibida a entrada de pessoas", acrescentando que "não se responsabiliza por qualquer acidente que possa ocorrer".
Apesar dos avisos, o convento continua a ser frequentado por delinquentes e devotos que deixam velas a arder. No interior dos claustros do monumento são visíveis, espalhados pelo chão, preservativos e garrafas de cerveja e de vinho. Algumas imagens do convento foram vandalizadas ou roubadas.(DN Online)
domingo, 16 de Novembro de 2008
Do Presidente aos Nacionalistas | Novembro de 2008
«A nossa luta, cheia de contratempos e dificuldades não é nem será nunca para pessoas pouco firmes, de modas, caprichos ou de entusiasmos efémeros. Muitos desses, por certo, serão nossos companheiros de caminho em certas etapas. Mas a luta, o verdadeiro combate, faz-se contando apenas com a certeza dos incondicionais. Com os que estão na linha da frente. São um punhado de gente corajosa, generosa e impermeável ao desânimo. São os que em qualquer circunstância, boa ou má, não hesitam em dizer: Presente!A luta Nacionalista é dura e trilha caminhos armadilhados, de risco constante e ataques sucessivos, vindos de fora e de “dentro”. Este caminho só é percorrido por quem, alicerçado em vontade firme e camaradagem forte, o consegue trilhar, escrevendo as páginas da História Nacionalista e do PNR com dor e fortaleza, com constância e Fé. A incerteza da luta e dos seus resultados é algo que está sempre presente em quem se guia por profundas convicções. Esse é justamente um dos aspectos que nos distingue dos carreiristas, aburguesados e instalados no conforto e na certeza de contrapartidas. O "poder" ser militante e combatente nacionalista tem que estar diariamente acompanhado por um renovado “querer” sê-lo! Esse “querer” afirmativo, desprendido, confiante e determinado não é compatível com birras, caprichos ou teimosias estéreis. Não cabe neste “querer” a tentação da crítica fácil, do “treino de bancada” ou de teorias que não passam de falsas desculpas para “justificarem” a falta de entrega. O ano que se aproxima, mais do que nunca na História do PNR, vai precisar de sentir por parte dos militantes e apoiantes o verdadeiro sentido da afirmação “Presente”! Vamos precisar de mobilizar mais ainda: candidatos, cabeças de lista, presenças nas campanhas de propaganda, nas mesas de voto… Há certas horas na vida das instituições e das pessoas, nas quais, mais que nunca, as palavras não acompanhadas por actos se tornam mais vazias e desprezíveis. É nessas horas, sobretudo nessas, de provação ou de esforço, de risco ou de entrega, que se distingue entre quem diz e quem faz. O PNR precisa não precisa de palavras, teorias ou promessas. Precisa de apoio e de actos. A escolha cabe a cada um.»José Pinto-Coelho, 15 Nov 2008
sábado, 15 de Novembro de 2008
Reportagem da TVI "Português Suave"(com José Pinto-Coelho e Mário Machado).
Reportagem especial da TVI, domingo dia 16 pelas 21H "Português Suave" depois do telejornal.
Com entrevistas a José Pinto-Coelho e Mário Machado.
Com entrevistas a José Pinto-Coelho e Mário Machado.
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quinta-feira, 13 de Novembro de 2008
Corrupção política
Pena de Fátima Felgueiras teve «muita água benta»
A opinião do PNR:
Combater a corrupção política
A moral será restabelecida na vida nacional. Os procedimentos de controlo dos mercados públicos e de utilização de fundos comunitários serão reforçados. Aos políticos corruptos serão retiradas imunidades e esses crimes punidos com penas de prisão, sendo os corruptos impossibilitados de voltar a desempenhar cargos públicos. As redes mafiosas de corrupção serão fortemente penalizadas e o branqueamento de capitais não será tolerado. Os responsáveis públicos, em vez de se servirem dos seus cargos para proveito próprio, voltarão a dar o exemplo e a servir o interesse nacional.
Connosco, Portugal será transparente.
domingo, 9 de Novembro de 2008
Natal 2008

Recolha de brinquedos
Informa-mos todos os camaradas que estamos a realizar uma recolha de brinquedos com o objectivo de apoiar este Natal instituições infantis.
Todas as ajudas serão bem-vindas, aos interessados pedimos que nos contactem via mail: vianatp@gmail.com
O sucesso desta acção depende de todos!
quinta-feira, 6 de Novembro de 2008
"Vencer a idade com saúde" em Viana do Castelo
Vencer a Idade com Saúde", um projecto de aproveitamento dos tempos livres e de ócio das pessoas na terceira idade, proporcionando-lhes o acesso à actividade desportiva, melhorando e promovendo o seu bem-estar. Na edição de 2008/09, que começou na segunda-feira (03 de Novembro), estão inscritas 330 pessoas entre os 60 e os 80 anos de diversas instituições concelhias, que aproveitam assim os equipamentos municipais para actividades adaptadas como ginástica de relaxamento, exercícios terapêuticos e de reabilitação e natação.
O "Vencer a Idade com Saúde" tem como principais objectivos facilitar a prática desportiva a pessoas com mais idade para que melhorem a sua saúde e, consequentemente, o seu bem-estar; proporcionar actividades programadas de ocupação dos tempos livres; propiciar o desenvolvimento de valores como a solidariedade, a cooperação e companheirismo; e ampliar a oferta e a qualidade dos serviços recreativos municipais aumentando com isso a prática desportiva.
O projecto, que decorre até ao próximo mês de Junho de 2009, passa pela organização de duas sessões semanais com a duração de 45 minutos num pavilhão numa piscina municipais, juntando idosos de quinze freguesias e ainda de instituições da cidade de Viana do Castelo.terça-feira, 4 de Novembro de 2008
domingo, 2 de Novembro de 2008
Comunicado da Comissão Política Nacional
O PNR - Partido Nacional Renovador - repudia o teor do artigo publicado no Correio da Manhã de dia 30 de Outubro de 2008, e reproduzido por outros meios de comunicação social, fazendo notar que:
1 - O PNR rejeita veementemente qualquer associação entre o nome do partido e os hipotéticos delitos cometidos por qualquer indivíduo, filiado ou não no partido, e protesta contra a utilização abusiva desses factos no combate político-partidário, como é feito designadamente pela imprensa que avidamente os aproveita para atacar e denegrir a imagem pública do partido.
2 - Como é evidente para qualquer cidadão de boa fé, o PNR não tem qualquer conhecimento prévio ou responsabilidade quanto a eventuais actividades ilícitas praticadas por alguém que se tenha filiado no partido.
3 - Apesar de tal se afigurar desnecessário, o PNR reitera com toda a firmeza que repudia e combate activamente, como sempre fez, todas as práticas que fomentem a imigração ilegal e a exploração sexual de terceiros, reclamando das autoridades as políticas adequadas à erradicação desses dramas sociais.
4 - Caso se venha a provar o envolvimento de filiados do partido em quaisquer actividades criminosas, não deixarão de ser oportunamente retiradas as devidas conclusões, em sede própria, nomeadamente a nível disciplinar.
Mais lembramos que no PNR, pelo contrário, não se batem palmas a suspeitos de crimes hediondos, não se promove workshops de desobediência civil. Os membros do PNR não usam very-lights e barras de ferro para vandalizar lojas e agredir polícias, não invadem propriedade privada nem destroem campos de milho. O PNR não tem candidatos condenados por terrorismo ou dirigentes acusados de corrupção, nem organiza manifestações para promover ilegalidades, como o aborto ou o consumo de drogas. No PNR não há reformados compulsivos nem beneficiários priveligiados de bens públicos. O PNR não tem sedes ou casas de borla nem os seus dirigentes fazem viagens fantasma. No PNR combate-se, com todas as forças, a pouca vergonha associada ao tráfico de influências e corrupção, bem como toda a criminalidade, venham de onde vierem.
1 - O PNR rejeita veementemente qualquer associação entre o nome do partido e os hipotéticos delitos cometidos por qualquer indivíduo, filiado ou não no partido, e protesta contra a utilização abusiva desses factos no combate político-partidário, como é feito designadamente pela imprensa que avidamente os aproveita para atacar e denegrir a imagem pública do partido.
2 - Como é evidente para qualquer cidadão de boa fé, o PNR não tem qualquer conhecimento prévio ou responsabilidade quanto a eventuais actividades ilícitas praticadas por alguém que se tenha filiado no partido.
3 - Apesar de tal se afigurar desnecessário, o PNR reitera com toda a firmeza que repudia e combate activamente, como sempre fez, todas as práticas que fomentem a imigração ilegal e a exploração sexual de terceiros, reclamando das autoridades as políticas adequadas à erradicação desses dramas sociais.
4 - Caso se venha a provar o envolvimento de filiados do partido em quaisquer actividades criminosas, não deixarão de ser oportunamente retiradas as devidas conclusões, em sede própria, nomeadamente a nível disciplinar.
Mais lembramos que no PNR, pelo contrário, não se batem palmas a suspeitos de crimes hediondos, não se promove workshops de desobediência civil. Os membros do PNR não usam very-lights e barras de ferro para vandalizar lojas e agredir polícias, não invadem propriedade privada nem destroem campos de milho. O PNR não tem candidatos condenados por terrorismo ou dirigentes acusados de corrupção, nem organiza manifestações para promover ilegalidades, como o aborto ou o consumo de drogas. No PNR não há reformados compulsivos nem beneficiários priveligiados de bens públicos. O PNR não tem sedes ou casas de borla nem os seus dirigentes fazem viagens fantasma. No PNR combate-se, com todas as forças, a pouca vergonha associada ao tráfico de influências e corrupção, bem como toda a criminalidade, venham de onde vierem.
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