sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009

Entrevista de Humberto Nuno Oliveira

O jornalista Márcio Candoso do "Diário de Notícias" endereçou-me dez questões para uma entrevista que, creio, será publicada naquele jornal amanhã., 6ª feira. A base da mesma será a resposta por escrito que aqui vos deixo embora me tenha telefonicamente colocado mais algumas questões, pelo que a entrevista definitiva só mesmo amanhã no "DN".
De qualquer modo para ajudar ao esclarecimento dos leitores aqui fica um "borrão" da entrevista.

1 – Quais são as principais prioridades que vai apresentar aos portugueses na campanha eleitoral para o Parlamento Europeu?

- Denunciar e combater por todos os meios, os malefícios da nossa submissão à UE. Portugal não vive de betão e alcatrão e os milhões que entram diariamente com destino duvidoso, irão ser pagos com elevado juro… O país, a troco dessa esmola, deixou de produzir, deixou abater áreas vitais para a economia e independência, abdicou de sectores vitais para a sua soberania: segurança, fronteiras e moeda, entre outras. Não é, pois, possível Portugal acumular uma crescente dívida externa, ser cada vez mais dependente a todos os níveis e ainda por cima ter uma produção quase nula. Há que denunciar firmemente toda a sorte de trafulhices e sucessivas imposições por parte da classe política que apenas serve interesses inconfessáveis, que não nacionais. Há que pugnar por total transparência nos assuntos europeus que sempre foram mantidos em tertúlias partidistas e jamais apresentadas com frontalidade e submetidas à opinião nacional.
Somos irredutivelmente contra esta União que promove a globalização e o mundialismo – com todo o seu vasto cortejo de nefastas consequências - como geradora da profundíssima crise que nos assola.
Estes objectivos só podem ser alcançados através do reforço dos nacionalistas no Parlamento Europeu, únicos capazes de travar os crimes das politicas federalistas e inverter toda essa mentalidade “federasta”.

2 – Se for eleito, tem a garantia de se integrar num grupo político? Qual? Que outros partidos (e de que países) pertencem a esse grupo?

- O PNR, desde a sua fundação, tem estreitado laços com partidos nacionalistas congéneres, a maioria com assento no Parlamento Europeu.
Na qualidade de único partido representativo da corrente nacionalista em Portugal, temos ao longo dos anos participado em eventos internacionais patrocionados pela Frente Nacional francesa, a Fiamma Tricolore italiana, a Democracia Nacional espanhola, o NPD alemão, o Vlaams Belang flamengo, o British National Party do Reino Unido, o FPO austríaco, o MIEP húngaro entre outros.
Durante várias legislaturas, existiram grupos de parlamentares europeus compostos por algumas das formações atrás mencionadas.
O grupo ITS-Identidade Tradição Soberania, presidido pelo eurodeputado francês Bruno Gollnisch, o qual inclusivamente esteve presente na Conferência dos Presidentes do Parlamento Europeu, realizada em Lisboa em Junho de 2007, foi a derradeira iniciativa do género.
Na eventualidade, de o PNR lograr representação no parlamento de Estrasburgo, como é óbvio, iria integrar a família política que aglutinasse os seus correligionários europeus com os quais mantém afinidade ideológica.

3 – Que pensa do actual estado da União Europeia? E o que seria necessário mudar, na sua opinião?

- A União Europeia evoluiu, rapidamente nos últimos anos, para uma estrutura federal que não desejamos e repudiamos e que, sobretudo, ninguém nos perguntou se desejávamos. Foi construída à revelia dos povos, como se pode comprovar na recente tentativa de fazer aprovar o Tratado de Lisboa pela exclusiva via parlamentar. Felizmente ainda parece existir verdadeira democracia na Irlanda...
A União Europeia deve ser das Pátrias e não um monstro federal. Defendemos uma Europa das Nações, um espaço geográfico e civilizacional no qual as nações europeias possam celebrar pactos e acordos entre si, nos mais diversos campos, desde a economia ao ambiente, da segurança à tecnologia, mas perante os quais as nações sejam totalmente livres e autónomas, só assim a verdadeira Europa poderá fazer face, em pé de igualdade, aos outros poderes mundiais.

4 – Com que espírito aceitou a indigitação para ser cabeça de lista do PNR?

- Como sempre o fiz em política, com o espírito de missão pela causa que acredito e creio ser a melhor para Portugal e para os portugueses e pelo combate contra a “federastia” instalada na classe política portuguesa. Para nós Portugal vale mais que a União Europeia e os Portugueses e seus interesses estarão sempre em primeiro lugar.

5 – No passado mais ou menos recente teceu críticas à estratégia do PNR, tendo, segundo sei, pedido para sair da Direcção do partido. Porque o fez? Encontra-se em condições de cumprir o programa do PNR?

- Os assunto internos do Partido debatem-se no seio do mesmo, partilhados entre os que a ele pertencem. De mim não se espere jamais “lavagem de roupa suja” na praça pública. Direi apenas que pedi para sair da Direcção (mantendo-me porém no Conselho Nacional) por razões que se prendem com questões de orientação no seio daquele órgão e por razões de disponibilidade pessoal. Se não me considerasse capaz de cumprir o programa do partido não teria aceite.

6 – Actualmente – e ainda antes de o PNR se afirmar como força política relevante a nível nacional – assiste-se a uma desunião de vontades na direita nacionalista, havendo vários projectos (eventualmente uns mais sérios que outros) de fundação de novos partidos. Falo do PNP, do Partido da Liberdade e do Bloco Democrático Nacional, de entre o que eu conheço. Gostaria que comentasse.

- A “direita nacionalista” é uma realidade sociologicamente complexa com algum problema de “caudilhismo” inerente e muitas e diversas raízes ideológicas. Pessoalmente sempre pugnei para que tivessemos um único partido que pudesse representar as diversas tendências. Para tal, é certo, dever-se-ão procurar os denominadores comuns, usar de contenção de linguagem e não procurar o óptimo (que é, por definição, diverso), outros assim não o entendem. Tenho pena mas não condeno. De qualquer modo parece-me que estamos a misturar planos, bem distantes entre si, o PNR, goste-se ou não, já conquistou este espaço político, com muita coragem e entrega. O nosso destino é, pois, o crescimento.

7 – É impossível federar as direitas em Portugal? É possível juntar gente de “fato e gravata” com “skinheads”?

- Com vontade, trabalho, paciência e capacidade de diálogo é sempre possível trabalhar em prol dos valores maiores que são Portugal e os Portugueses. Essa foi, é e será a minha postura no seio da por vós denominada “direita”, embora reconheça que é um trabalho complexo dada a pluralidade ideológica e das filiações da “direita”.

8 – Foi acusado de xenofobia e anti-semitismo na blogosfera, onde marca presença há já vários anos? Há aqui alguma verdade ou é exagero de conceitos?

- A blogosfera é um campo que atrai de tudo, muitas vezes a coberto de um desprezível anonimato. É engraçado que surjam essas acusações a meu respeito para as colocar no outro prato da balança daqueles que me acusam de ser “minhotimorense”. Se calhar é a tal abrangência que busco. Recordo, por exemplo, quando coloquei o postal sobre o meu querido amigo e grande herói de Portugal Tenente-Coronel Marcelino da Mata o que me escreveram. Acho que, decididamente por não seguir a cartilha do “politicamentecorretês”, baralho muito as pessoas. Sobre o anti-semitismo como o posso ser se me acusam de ser pró-palestiniano? É que os palestinianos, como sabemos, são semitas. Ou quererão dizer anti-sionista (todos aqueles que condenam a actuação colonial do Estado de Israel), mas quanto a isso nada há a fazer, aparentemente não podemos ser contra as políticas de Israel e contra o sionismo? Temos que obediente e mansamente ser a favor, só porque é “correcto”?
Mas são acusações fáceis para atacar aqueles que ousam tocar em certos tabus. Nós no PNR estamos habituado a isso.

9 – Há muitos anos que milita nesta área política. Prevê que no futuro próximo ela tenha alguma expressão no palco político? Se sim, porquê?

- Acredito e creio que sim. Esta crise em que a globalização e o mundialismo nos colocou terá uma resposta que passará pelo resgate do brio e da honra das pátrias narcotizadas e forçadas à prostração por um sistema que se encontra à beira da falência.

10 – Qual a sua opinião sobre a estratégia política delineada pelo PNR na última convenção nacional. Qual a sua opinião sobre o presidente do partido, sobre o secretário-geral e o presidente da mesa da convenção?

- O último Conselho Nacional, no qual participei, tomou decisões ambiciosas para o Partido e para o seu futuro, que subscrevi. Possa esta candidatura ser um modesto contributo para esse desiderato. Não entendendo a utilidade da fulanização nesta questão, ainda assim posso dizer que dois deles são meus amigos e pessoas que muito considero e respeito e que outro só o conheço exclusivamente das lides partidárias.

via: Reverentia

Europeias 2009


"Desde já, é dever de cada Nacionalista apoiar e divulgar, de todas as formas que estiverem ao alcance de cada um, a campanha pelo PNR nas “Europeias 2009”. "
José Pinto-Coelho

terça-feira, 27 de Janeiro de 2009

Descobertas pinturas do séc. XV

Os trabalhos de restauro, recém-iniciados na Capela de São Marcos - freguesia de Fonte Arcadinha, Aguiar da Beira - deixaram a descoberto uma pintura mural a fresco datada, possivelmente, do séc. XV. A intervenção, levada a cabo pela empresa de Viana do Castelo - Atelier Samthiago - previa o tratamento de conservação e restauro da talha e imaginária da capela, tendo-se, de um modo geral, iniciado os trabalhos com a desmontagem do retábulo existente e datado de meados do séc. XVIII, para reforço e consolidação da sua estrutura.

No desenvolvimento desta primeira fase os técnicos de restauro descobriram uma magnífica pintura do século XV que estava há largos séculos escondida debaixo da estrutura retabular. Apesar da passagem do tempo, a pintura encontra-se em bom estado de conservação, sendo ainda possível uma leitura fiel do original.O estudo da pintura vai prosseguir, tal como o normal desenrolar dos restantes trabalhos de conservação e restauro, devendo ser ainda estudada a solução a encontrar para a conjugação das diferentes estruturas - pintura descoberta e retábulo - pois a montagem deste no seu local original, voltaria a ocultar a representação, agora conhecida.(Fonte)

segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009

Vianenses rejeitam adesão à Comunidade Intermunicipal

Abstenção não vincula referendo

Os eleitores de Viana do Castelo rejeitaram, ontem, de forma expressiva, a adesão do concelho à comunidade formada pelos restantes municípios do distrito. Em consulta popular materializada por 27.101 votantes (de um universo de 88.109), o "Não" contabilizou 16.347 votos (62,2%) e o "Sim" 9.934 (37,8%). A abstenção no referendo concelhio viria a ser de 69,2%, o que leva a que a consulta popular não seja vinculativa.

via: JN

domingo, 25 de Janeiro de 2009

Vianenses votam hoje integração na comunidade Minho-Lima

O presidente da Câmara, Defensor Moura, defendeu em campanha o «Não» por discordar do princípio da lei do associativismo municipal que preconiza «um município, um voto» na eleição dos corpos dirigentes da comunidade e na tomada de decisões. Para o autarca o princípio «um cidadão, um voto» devia reger esta comunidade, para que o peso de cada município fosse proporcional à sua realidade demográfica.

«Cada cidadão, de cada município, deve ter direito ao seu voto. É preciso uma lei verdadeiramente democrática. Não queremos que os 90 mil habitantes de Viana sejam menosprezados», defendeu Defensor Moura.

A oposição não concorda com esta argumentação e defende que a integração do município na Comunidade Intermunicipal Minho-Lima será benéfica para afirmar a liderança de Viana do Castelo como capital de distrito.

Por outro lado, os defensores do «Sim» levantam ainda questões financeiras para defender o seu ponto de vista. «Quem não aderir fica de fora dos 70 milhões de euros a contratualizar para a região no âmbito do Quadro Estratégico de Referência Nacional (QREN)», garante fonte do PSD de Viana do Castelo.

O autarca anunciou, ainda antes da campanha, que se o «Sim» vencer neste referendo, vai pôr o lugar à disposição. «Se os vianenses tiverem outra opinião, vão ter que escolher outro presidente de Câmara. Não aceito que os cidadãos de Viana sejam menorizados, e por isso, para representar um concelho de joelhos, vão ter que escolher outro autarca», afirmou.

O PSD de Viana do Castelo condenou esta atitute de Defensor Moura, considerando-a «chantagem» e uma «birra de mau perdedor». «O referendo não é um plebiscito a Defensor Moura [presidente da Câmara]. A sua acção irá ser avaliada quando os vianenses forem chamados a eleger os novos agentes dos órgãos autárquicos», afirmou.

A Comunidade Iintermunicipal Minho-Lima reúne nove dos dez concelhos do Alto Minho, à excepção de Viana do Castelo. Segundo a Agência Lusa, este é mesmo o único município a nível nacional que não aderiu a comunidades intermunicipais ou áreas metropolitanas.

Em Portugal já se realizaram mais cinco referendos, dois locais e três nacionais, mas apenas num deles o resultado foi vinculativo, o que só acontece quando votam mais de 50 por cento dos eleitores inscritos. À excepção do último referendo relativo à despenalização da interrupção voluntária da gravidez, registou-se sempre a vitória do «Não».(Fonte)

sábado, 24 de Janeiro de 2009

Basta!

sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009

TGV

domingo, 18 de Janeiro de 2009

Juventude Nacionalista [Esposende] II





Juventude Nacionalista [Esposende]





sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009

Museu Rural de Ponte de Lima

São estas as pessoas que queremos ver à frente de Viana?!



Troca de insultos marca início de campanha


Referendo. Partidos e movimentos às avessas em Viana do Castelo

PSD acusa presidente da câmara de ter feito ameaças físicas

O início da campanha eleitoral para o referendo local de Viana do Castelo foi marcado por uma troca de "mimos" entre elementos afectos aos movimentos e partidos que defendem o "sim" e o "não" sobre a integração do Município na Comunidade Intermunicipal do Minho-Lima (CIM). Em causa esteve o final do último debate sobre o referendo de 25 de Janeiro, organizado pela Assembleia Municipal.

Na sessão, segunda-feira à noite, António Amaral, líder do PSD de Viana do Castelo, queixou-se de alegadas ameaças físicas, que atribuiu ao presidente da autarquia, Defensor Moura, que representava o movimento que defende o "não", proferidas logo após a troca de acusações, na mesa de debate.

Tudo começou quando elementos afectos ao "sim" referiram a impossibilidade de o município aceder a fundos comunitários se ficar de fora da CIM. Defensor Moura rejeitou este cenário, mas foi sempre confrontado pela oposição com informações contrárias, até que, perante uma sala cheia, trocou algumas palavras com o líder do PSD, mas que não foram audíveis para o público.

O social-democrata denunciou de imediato uma alegada tentativa de agressão, a que Defensor Moura respondeu acusando-o de "encenação". Já ontem, um outro elemento do "sim", presente na mesa do debate, confirmou insultos, escusando-se a revelar o seu teor. "Lamento profundamente o que vi e ouvi. Aquilo que foi dito não é próprio", afirmou ao DN Alberto Midões, militante do PCP, ex-vereador da Câmara e um dos elementos do movimento do "sim". "Acho que é um assunto que deve morrer aqui, mas isso não me diz respeito", acrescentou, denunciando os alegados insultos de Defensor Moura. "Uma coisa sem pés nem cabeças. Não sou da laia dele", reagiu, ontem, Defensor Moura, rejeitando ter lançado qualquer ameaça e justificando a atitude do líder do PSD com "algum desespero" dos elementos do "sim".

via: DN

domingo, 11 de Janeiro de 2009

Juventude Nacionalista

A Juventude Nacionalista colocou hoje [10-01-2009] à entrada da cidade do Porto, numa das artérias com mais afluência de trânsito, uma faixa com a frase “Não sejas um alvo para a escumalha!”

A JN a Norte continua assim a sua jornada de activismo rumo ao objectivo 2009.

Viva Portugal, Viva a JN! Viva o PNR!

Natal 2008 - Entrega de brinquedos

Como estava previsto esta tarde procedemos a uma nova entrega de brinquedos. Foi feita no Lar Evangélico de Águas Santas, concelho da Maia, que nos recebe de braços abertos. É sempre bastante satisfatório ver o sorriso das crianças e das funcionárias quando recebem estes brinquedos. Alguns miúdos pediram inclusive para tirar fotos connosco.

Também estava previsto fazer uma entrega na Aldeia SOS de Gulpilhares, em Vila Nova de Gaia, mas ao entrar no parque da instituição deparamo-nos com alguns brinquedos em bom estado no lixo, por isso demos meia volta e viemos embora...ficando a ganhar o Lar Evangélico que assim recebeu todos os brinquedos que recolhemos.

sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009

quinta-feira, 8 de Janeiro de 2009

Do Presidente aos Nacionalistas | Janeiro de 2009

O ano 2009 inicia-se sob o espectro da crise internacional, da depressão e todas as suas nefastas consequências.Os portugueses sabem bem que vão passar mal; vão passar pior ainda!Contudo, a tão falada crise internacional não pode ser uma desculpa para os políticos se vitimizarem e continuarem a enganar os portugueses com discursos de passa culpas.

A verdade é que essa crise internacional, de causas complexas, sem dúvida, e consequências imprevisíveis é, afinal, o resultado das políticas Mundialistas e capitalistas selvagens que aniquilam as Nações, os trabalhadores e as famílias. É o resultado das políticas de alinhamento dos nossos governantes e por eles coadjuvadas. É o capitalismo a provar o seu próprio veneno. E nessa medida, quanto mais fragilizada e dependente se encontrar a economia nacional, mais se sentem os efeitos da crise.

São precisamente os mesmos que entregaram de bandeja a soberania nacional, a moeda o tecido produtivo, os centros de decisão e os sectores vitais da Nação, que agora se queixam das consequências que a crise “que vem de fora” vai trazer à tão débil e dependente economia portuguesa.

Mas pior do que a crise; bem pior do que esta ou outras crises, que ciclicamente afectam um ou vários países, é o facto de Portugal estar moribundo, sem presente nem futuro, por estar entregue a uma classe política que criou uma teia corrupta de poder. Corrupta e imoral!É recorrente a prática de ilegalidades corruptas, mas também a prática de actos que não sendo ilegais, são da mais gritante imoralidade. Isto é o pão-nosso de cada dia, sem pudor, que se desenrola sob o olhar apático, triste e sem reacção dos portugueses. É Portugal que anda a ser sugado até à medula por uma classe de dirigentes que se favorece a si mesma e aos seus amigos. É uma vergonha! Ou… falta dela!

A corrupção e a imoralidade da Administração Pública saem muito mais caras a Portugal do que a crise! É preciso que de uma vez por todas os portugueses deixem de acreditar nesses discursos estafados e percebam que realmente a corrupção está a levar Portugal ao abismo. E que há culpados!

Em 2009 teremos três ocasiões para correr com os grandes responsáveis por este estado de coisas.E não é com a abstenção da indiferença ou descrença que se resolve alguma coisa. Não é também com o chamado “voto útil” nos mesmos inúteis (e culpados) de sempre, que se vai mudar.Não é também com a inutilidade de votos nulos ou com a irresponsabilidade de votos em branco (como cheques em branco…).Quem optar por uma das “soluções” anteriores, não tem moralidade para se queixar depois.

É preciso dar claros sinais de mudança e de protesto contra esta gente que desde o fatídico ano de 1974 destrói Portugal. É preciso fortalecer a única alternativa e esperança para Portugal: o Nacionalismo! O PNR!

As primeiras eleições são as “Europeias” no dia 7 de Junho. O PNR tem posições claras e firmes de oposição à União Europeia. O PNR tem posições vincadas Independência Nacional incompatíveis com o federalismo da União Europeia. Mas a luta faz-se por dentro.Assim, no dia 7 de Junho, apelo a que os Nacionalistas não deixem de ir votar no PNR cuja lista será encabeçada por Humberto Nuno de Oliveira que, bem sabemos, irá representar e defender ao mais alto nível as nossas profundas convicções e o nosso combate.

Desde já, é dever de cada Nacionalista apoiar e divulgar, de todas as formas que estiverem ao alcance de cada um, a campanha pelo PNR nas “Europeias 2009”.

via: Terra Portuguesa

domingo, 4 de Janeiro de 2009

A crise...



Em 2009 não faças mais parte do problema, faz parte da solução! Vota PNR!

sábado, 3 de Janeiro de 2009

EXPOSIÇÃO “PRESÉPIOS” – VIII Prémio de Artesanato “Natal em Viana do Castelo”

De 13 a 31/01/ 2009 – EXPOSIÇÃO "PRESÉPIOS" – VIII Prémio de Artesanato "Natal em Viana do Castelo"

No dia 13, às 10.30H, inaugura, na Galeria do Museu de Arte e Arqueologia, a EXPOSIÇÃO "PRESÉPIOS" – VIII Prémio de Artesanato "Natal em Viana do Castelo".

No ano passado, a exposição de Presépios contou com a participação de 10 distritos e 70 presépios dos mais diversos materiais: madeira, barro, vidro, folhas secas, tecidos, ferro, etc…

Este ano, a mostra do artesanato vai estar ordenada por distritos. Estarão representados 17 distritos com mais de 100 presépios e pela primeira vez, teremos também a representação dos Açores e da Madeira. A acrescentar aos materiais já utilizados em anos anteriores teremos: osso de baleia, pedra basáltica e palha de bananeira.


Local: Galeria do Museu de Arte e Arqueologia